ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OSTEOPENIA E OSTEOPOROSE, UMA DOENÇA GRAVE QUE PODE TER SUA PREVENÇÃO EFETUADA DESDE A INFÂNCIA E JUVENTUDE, COM CONSEQUÊNCIAS MENOS INTENSAS DAS COMPLICAÇÕES DURANTE A FASE ADULTA.

Quando  ocorre o aparecimento da osteopenia e osteoporose não adianta entrar em pânico, pois as atitudes preventivas devem ter como estratégias para prevenir a osteopenia e osteoporose do adulto precocemente, e a melhor fase é se prevenir e realizar desde a fase que se inicia durante a infância e adolescência, quando a maior quantidade de densidade mineral óssea é adquirida. Este fato examina os cuidados que os pediatras devem praticar em matéria de prevenção da osteopenia e osteoporose no sentido de ajudar esses pacientes infanto juvenis, a minorarem seus problemas que fatalmente poderão ocorrer na fase adulta, e ou melhor idade. O que se observa na prática, é a sub-indicação de alimentos ricos em cálcio ou mesmo de cálcio natural em crianças e adolescentes, sendo limitadas em que, um pequeno percentual de pacientes estavam utilizando como alimentação ou suplementação alimentar, conforme trabalhos científicos, em diversos países, de acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS. Trinta e oito por cento dos inquiridos considera a prevenção da osteopenia e osteoporose devendo ser uma questão importante, e mais da metade relatou que o aconselhamento deveria ocorrer aos seus pacientes infanto juvenis, pacientes especificamente focados em prevenção da osteoporose durante sua evolução. Daqueles pediatras que fizeram os aconselhamentos, menos da metade projetaram, mesmo que remotamente, que na fase adulta de seus pacientes infanto juvenis pudessem ter osteoporose. Os dois motivadores mais citados foram para o aconselhamento que é recomendado por conselheiros profissionais via de regra, e ter um interesse pessoal ou profissional na prevenção da osteopenia ou osteoporose a médio e longo prazo. As barreiras mais comumente reportadas ao aconselhamento foram outras questões, tendo maior prioridade ter tempo suficiente para realizar aconselhamento em outras oportunidades ou por outros profissionais mais adequados em fases subsequentes da vida para prevenção de osteopenia e osteoporose. Qualquer prevenção de osteopenia e osteoporose devem começar na infância e adolescência. Este ledo engano sugere que muitos profissionais na esfera infanto juvenil, não aconselham os pacientes a reduzir os riscos de osteopenia e osteoporose, nem consideram esta uma questão importante. Além disso, eles devem não ter conhecimento sobre como prevenir a osteoporose o que não é um fato isolado em um País específico, mas um equívoco a nível mundial.

AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
  1. A melhor fase é se prevenir e realizar desde a fase que se inicia durante a infância e adolescência  ?
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2.O que se observa na prática, é a sub – indicação de alimentos ricos em cálcio ou mesmo de cálcio natural em crianças e adolescentes? 
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3.O que se observa na prática, é a sub-indicação de alimentos ricos em cálcio ou mesmo de cálcio natural em crianças e adolescentes ? 
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Referências Bibliográficas:
Fleming R,K Patrick .UCSD / Residência de Medicina Preventiva Geral SDSU, em San Diego 92182-4701, Califórnia, EUA, Organização Mundial de Saúde – OMS.Jaime Gahche, MPH.; Epidemiologista da nutrição, do CDC, National Health and Nutrition Examination Survey / Planejamento Branch, National Center for Health Statistics, Bethesda, Md. Tod Cooperman, presidente do MD, ConsumerLab.com, White Plains, NY Centro Nacional para Estatísticas da Saúde: “Os dados do NCHS Breve n º 61,” Abril de 2011. Comunicados de imprensa, a National Institutes of Health. Survey, associação americana de aposentados e do Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OSTEOPOROSE UMA DOENÇA CRÔNICA, PROGRESSIVA, DE ETIOLOGIA MULTIFATORIAL É A DOENÇA ÓSSEA METABÓLICA MAIS COMUM NO MUNDO DE MANEIRA GERAL.

Esta doença é considerada um “ladrão silencioso” que geralmente não se tornam clinicamente aparente até que ocorra uma fratura. A triagem de populações em situação de risco é, portanto, essencial. A osteoporose pode afetar quase todo o esqueleto. É uma doença sistêmica (ocorrendo em nosso organismo de modo geral) do esqueleto caracterizada por baixa massa óssea e deterioração  da micro arquitetura do tecido ósseo, com conseqüente aumento da fragilidade óssea. A doença muitas vezes não se torna clinicamente aparente até que ocorra uma fratura. A osteoporose representa um grave problema cada vez mais intenso ao redor do mundo, bem como para muitas pessoas, homens e mulheres, a experiência da dor, incapacidade e qualidade de vida diminuída como resultado de ter essa condição. O fardo econômico que a doença impõe, é já considerável e só vai crescer com o envelhecimento da população. Apesar dos efeitos adversos da osteoporose, é uma condição que é muitas vezes ignorado e não tratado, em grande parte porque é muitas vezes clinicamente silenciosa antes de se manifestar sob a forma de fratura. Pesquisas mostram que 75% das mulheres com idade entre 45-75 anos, nunca discutiram com seus médicos sobre a osteoporose, o que não isenta os médicos da responsabilidade de avaliarem seus pacientes, através de diversas metodologias clínico – laboratoriais e de imagens para efetuarem este diagnóstico silencioso. A falha em identificar pacientes de risco, para educá-los, e para programar medidas de prevenção pode levar a consequências trágicas. A osteoporose é uma doença previsível, que pode resultar em consequências devastadoras em nosso físico, em ação psicossocial e econômica. Prevenção e reconhecimento das causas secundárias de osteoporose são de primeira linha de medidas para diminuir o impacto da doença. A osteoporose é uma condição na qual a diminuição da massa óssea e deterioração da micro arquitetura do tecido ósseo ocorre, levando à fragilidade óssea e aumento do risco de fratura. É o resultado de fatores hereditários e ambientais que afetam tanto a massa óssea e qualidade óssea. Tradicionalmente, a osteoporose foi descrita como do tipo I (pós-menopausa) ou tipo II (senil). Osteoporose pós-menopausa é principalmente devido à deficiência de estrogênio, e a osteoporose senil é principalmente devido a um esqueleto em condições de envelhecimento e deficiência de cálcio. No entanto, é cada vez mais reconhecido que vários mecanismos patogênicos (acompanhado de outras doenças) interagem no desenvolvimento do estado com osteoporose, independentemente da idade. A compreensão da patogênese (causa) da osteoporose começa com o conhecimento da formação e remodelamento óssea que ocorre. Homeostase (é o processo fisiológico responsável por manter o equilíbrio interno de uma função de nosso organismo) óssea, um tecido vivo, é mantido pelos osteoclastos (Os osteoclastos promovem erosão óssea), que são responsáveis ​​pela reabsorção óssea e os osteoblastos, que são responsáveis ​​pela formação óssea. O osso é continuamente remodelado ao longo da vida porque os ossos sustentam micro traumas recorrentes (frequentes). A remodelação óssea ocorre em locais distintos dentro do esqueleto e procede de forma ordenada. A reabsorção óssea é sempre seguida de formação óssea, um fenômeno denominado acoplamento. Na osteoporose, este mecanismo de acoplamento é responsável por ser incapaz de acompanhar o micro traumas constante no osso trabeculares (Ossos trabeculares possuem uma micro estrutura porosa e funções modeladas que podem promover a solidificação elástica). Em adultos, cerca de 25% do osso trabecular é reabsorvido e substituído a cada ano, em comparação com apenas 3% de osso cortical ou de revestimento. Portanto muitos fatores orgânicos interferem na formação e destruição dos nossos ossos, e por esses fatores metabólicos serem silenciosos e de extrema importância para a raça humana, isto por ser nossa estrutura que nos mantém em pé e nos dá nossa forma física, mas quando não tomamos determinados cuidados, acabamos comprometendo nossa estrutura, que não é compatível com vida saudável. 
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Dr. João Santos Caio Jr.
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1. Esta doença é considerada um “ladrão silencioso” que geralmente não se tornam clinicamente aparentes até que ocorra uma fratura… 
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2. Tradicionalmente, a osteoporose foi descrita como do tipo I (pós-menopausa) ou tipo II (senil)…
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3. A doença muitas vezes não se torna clinicamente aparentes até que ocorra uma fratura…
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Dana Jacobs-Kosmin, MD, Editor Chefe: Herbert S Diamond, MD USA ,Bertelloni S, Baroncelli GI, Mora S. – Epub 2010 Department of Obstetrics, Gynecology and Pediatrics, II Pediatric Division, Azienda Ospedaliero-Universitaria Pisana, Pisa, Italy. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE, CUJO PRINCIPAL OBJETIVO É MELHORAR A FUNÇÃO E A QUALIDADE DE VIDA NA VIDA ADULTA. PRESTE MUITA ATENÇÃO NA OSTEOPOROSE, POIS É UM DOENÇA MUITO SÉRIA.

Atualmente, terapias disponíveis para osteoporose e prevenção de quedas, devem ser utilizadas em pessoas com risco aumentado de fratura. O objetivo final da implementação de um programa de prevenção da osteoporose múltipla é melhorar a função e qualidade de vida na vida adulta.A osteoporose é uma doença esquelética caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro arquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento do risco de fraturas. Um diagnóstico da osteoporose é baseado tanto na presença de uma fratura por trauma mínimo (ou seja, uma fratura que ocorre a partir de um passo) ou a definição da OMS de osteoporose é de densidade mineral óssea (DMO) da coluna, quadril ou pulso de 25% mais abaixo da média de referência. Para a mulher de 50 anos de idade a média de fraturas por fragilidade óssea é de 1 a 2 por ano, enquanto para o homem na mesma faixa etária é de 1 por ano. A importância da revisão dos pacientes com osteoporose é porque sofrem com a morbidade e mortalidade como resultado de fraturas. O número de pessoas em risco de fraturas aumenta com o envelhecimento da população. Aqui vamos abordar estratégias preventivas que podem ser usadas ​​para diminuir o risco de pequenos traumas e fraturas. Recentes descobertas, modificações dietéticas e de estilo de vida, ajudam a identificar os indivíduos mais susceptíveis de se beneficiar de intervenções farmacológicas, componentes importantes de prevenção da osteoporose.
A prevenção da osteoporose pode ser primária, que é prevenir que ocorra a perda óssea, secundária, em que a progressão da perda óssea é inibida para evitar o desenvolvimento de fraturas e terciário, em que pacientes com fraturas preexistentes são tratados para prevenir fraturas subsequentes.
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Curr Opin Rheumatol. 2011, 23 (2) :203-210. © 2011 Lippincott Williams & Wilkins.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OS BENEFÍCIOS NA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA EM ADULTOS JOVENS, QUE APRESENTAM DEFICIÊNCIA GRAVE DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (HGH) QUANDO CRIANÇAS E INICIAM ESTA REPOSIÇÃO DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO LOGO CEDO NA INFÂNCIA EVITANDO UMA FRAGILIDADE MINERAL ÓSSEA PRECOCE.

Quando se faz reposição do hormônio de crescimento em crianças que apresentam grave deficiência do mesmo desde cedo, a descontinuidade da reposição do hormônio de crescimento (HGH) após a conclusão do crescimento linear pode afetar a densidade mineral óssea em adultos jovens, que na infância apresentavam deficiência do hormônio de crescimento (HGH) e faziam sua reposição. Aqui analisaremos o impacto do tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) no osso em jovens adultos que na infância apresentavam deficiência do hormônio de crescimento (HGH) e começaram a reposição desde cedo. A densidade mineral óssea foi avaliada na coluna lombar (L2-L4), fêmur e corporal inteiro, sendo que foi medida antes e após 24 meses em adultos jovens com idades entre 18 a 25 anos que apresentavam deficiência grave do hormônio de crescimento na infância e foram tratados com reposição do hormônio de crescimento (HGH) desde o início da infância. 
Os jovens adultos foram tratados de forma aleatória, sendo que alguns receberam o hormônio de crescimento (HGH) e outros receberam uma substância inócua. Após os 24 meses de tratamento, a densidade mineral óssea da coluna lombar aumentou significativamente nos pacientes tratados com o hormônio de crescimento (HGH) do que naqueles que receberam a substância inócua. O hormônio de crescimento (HGH) também teve um efeito positivo significativo na densidade mineral óssea do fêmur. A densidade mineral óssea (DMO) do corpo inteiro manteve-se inalterada desde o início. Nos adultos jovens que apresentavam deficiência grave do hormônio de crescimento na infância e foram tratados com reposição do hormônio de crescimento (HGH) desde o início da infância, há um efeito benéfico do tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) contínuo na densidade mineral óssea na vida adulta. Vinte e quatro meses de tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) em jovens adultos foi associado com um maior aumento da densidade mineral óssea da coluna lombar em comparação com os controles, que são aqueles que fizeram uso de substância inócua.
Este vem confirmar um achado clinico, em que a osteoporose fica estável quando utilizado o HGH-hormônio de crescimento (somatotrofina), que independente desses benefícios, melhora a musculatura, turgor e elasticidade da pele, bem como a cognição, raciocínio e memória, melhora do psiquismo, e musculatura cardíaca.
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1.Pode-se utilizar HGH hormônio de crescimento em idosos,caso tenha deficiência ? 
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2.O uso do HGH melhora a função cerebral na vida adulta? 
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3.A obesidade controlada ou descontrolada pode levar a dificuldade de locomoção? 
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Referências Bibliográficas:
GS Conway , Szarras Czapnik-M , K Racz , Keller A , Chanson P , M Tauber , M Zacharin ; 1369 GHD GHDA
Departamento de Endocrinologia e Diabetes, Hospitais da Universidade College London, 250 Euston Road, London NW1
Eur J Endocrinol. 2009 Jun; 160 (6) :899-90.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OSTEOPOROSE – BAIXA INGESTÃO DE CÁLCIO E DIETA POBRE EM VITAMINA D AUMENTA O RISCO DE FRATURAS E A PREVALÊNCIA DA OSTEOPOROSE EM PESSOAS COM MAIS DE 50 ANOS PRINCIPALMENTE NAS MULHERES PÓS-MENOPAUSA.

Fraturas osteoporóticas são freqüentes em populações idosas, especialmente em mulheres, com alto sofrimento individual e altos custos financeiros. Com o envelhecimento da população, o número de fraturas devido à osteoporose tende a aumentar nos próximos anos e, portanto, a prevenção de fraturas por osteoporose é uma questão de saúde pública. A importância e o nível ótimo de ingestão de cálcio para compensar as perdas de cálcio do esqueleto, para a prevenção de osteoporose e de fraturas por osteoporose têm sido muito debatidos e não estão claros. Isso se reflete pela ampla gama de recomendações de ingestão diária de cálcio para indivíduos com mais de 50 anos, que variam em cada região, tais como: no Reino Unido,  na Escandinávia,  nos Estados Unidos, e na Austrália e Nova Zelândia. Isto torna problemática a orientação de quantas mg de cálcio devem ser ingeridas ao dia, com base em pesquisas clínicas anteriores. A meta-análise (meta-análise é uma técnica estatística  especialmente desenvolvida para integrar os resultados de dois ou mais estudos, sobre uma mesma questão de pesquisa, em uma  revisão sistemática da literatura) de ensaios clínicos aleatórios descobriu que suplemento de cálcio apresentou uma modesta ou nenhuma redução  no risco de fratura. Tanto a ingestão dietética habitual diária de cálcio e vitamina D pode afetar o resultado e raramente são contabilizados nos ensaios de suplementação de cálcio.  Nem observações fornecem clara evidência, como enfatizado por meta-análise com resultados diferentes, com a associação entre a ingestão de cálcio e o risco de fratura. Foi feita um estudo prospectivo, em mulheres suecas, com associações de ingestão de cálcio em longo prazo na dieta e o risco de fratura de qualquer tipo, como fraturas de quadril, e com osteoporose em uma. Pequenas diferenças estavam presentes com o uso de suplemento de cálcio, comorbidade, nível educacional, tabagismo e nível de atividade física. Durante um período de acompanhamento de 19 anos, 24% das mulheres apresentaram algum tipo de fratura e 8% das mulheres apresentaram dois ou mais tipos de fraturas. Para fraturas de quadril os números correspondentes foram de 6% e 2% durante uma media de 20 anos de acompanhamento.  20% das participantes apresentavam osteoporose. Houve uma aparente diminuição no risco de fratura para cada aumento de 300 mg de cálcio na dieta. O número de fraturas e a prevalência da osteoporose foram mais elevadas nas pacientes com mais baixa ingestão de cálcio na dieta. Embora a associação da ingestão de cálcio na dieta e o número de fraturas foram semelhantes tanto com uma ingestão de vitamina D abaixo ou acima da media, houve uma tendência para um maior número de fraturas de quadril nas pacientes com mais baixa ingestão de cálcio em combinação com uma dieta pobre em vitamina D.
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1. Fraturas osteoporóticas são freqüentes em populações idosas, especialmente em mulheres, com alto sofrimento individual e altos custos financeiros…
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Referências Bibliográficas:
KD Cashman. Dieta, nutrição e saúde óssea. J Nutr 2007; 137 (suppl 11) :2507-12S.NHS Choices. Vitaminas e minerais: Cálcio; Departamento de Saúde e Envelhecimento (Austrália), National Health and Medical Research Council (Austrália), Ministério da Saúde (Nova Zelândia). Nutrientes os valores de referência para a Austrália e Nova Zelândia, incluindo a ingestão dietética recomendada. 2006; Tang BM, Eslick GD, Nowson C, C Smith, A. Bensoussan
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